Quantos de nós tem passado
pela vida capturando o
vento?
Buscando objetivos vazios,
forçando situações,
mantendo relacionamentos
complicados,
amizades que mais
lembram uma briga,
empregos torturantes que
castigam a alma?
Seguimos recolhendo
“o nada”
em forma de vida,
e quando abrimos a nossa
“alma”,
que é a caixa da vida,
ela está assim;
vazia,
abandonada pelos
contratempos.
Muitos dos nossos dias são
tomados
pelas preocupações com
os outros,
pelo que desejamos e não
temos,
esquecendo do que já
conquistamos.
Somos um poço de emoções,
emoções que por vezes
deixam marcas profundas.
É o coração que sai pela
boca com o medo,
é no coração
entristecido que
nasce a depressão,
é na mente transtornada
pela
emoção da perda,
que nasce o ódio,
o desejo de vingança,
e por fim,
a apatia que termina com
a nossa alegria.
Abra-se para o mundo com
um novo olhar:
- Eu preciso tornar a
minha vida melhor!
Assim,
o mundo vai ganhar mais
uma cor,
o jardim da vida mais
uma flor,
e o seu exemplo,
a sua alegria, a sua paz,
vai ser seguida por
alguns
que vão entender,
que tudo começa agora,
na mudança real,
deste personagem que é o
amor da nossa vida,
o ser maravilhoso que
habita no
interior de nós mesmos.
Paulo
Roberto Gaefke